Mais opiniões polêmicas para uma mesa que adora discutir.
Carros deveriam ser proibidos nos centros das cidades, e os motoristas se acostumariam em um ano.
Opiniões impopulares II reúne opiniões polêmicas ainda mais afiadas que as do primeiro baralho. Atraso crônico é um jeito de dizer que o seu tempo vale mais. O MBTI é astrologia para quem tem emprego. Férias ilimitadas existem para a empresa nunca ter que pagar os dias que você não tirou.
Algumas delas vão bater perto de casa para alguém da mesa, e é daí que saem as melhores discussões. Combinem antes de começar que qualquer pessoa pode pular uma carta.
Atraso crônico não é uma peculiaridade da personalidade. É uma forma de dizer que o seu tempo vale mais.
Manter um cachorro grande em apartamento pequeno na cidade tem mais a ver com egoísmo do que com amor.
A maioria dos gerentes só marca reunião para justificar a própria existência.
Colocar os filhos numa dieta vegana estrita é um experimento com alguém que não pode consentir.
O voto deveria continuar obrigatório. Democracia é um dever, não um hobby em que você entra se quiser.
A ideia de que “se a mulher está feliz, a vida vai bem” é tóxica e incentiva a manipulação emocional.
Quem não lava as pernas e os pés no banho não está limpo de verdade.
Tablets e iPads estão criando uma geração de crianças sem nenhuma capacidade de atenção.
Minimalismo é só estética de gente rica; pobre não tem como ser minimalista.
O Oscar e outras premiações são só gente rica se parabenizando por brincar de faz de conta.
Os 10% de serviço são uma desculpa para o dono pagar pouco à equipe, e os clientes fazem o jogo.
Postar vídeo de si mesmo fazendo caridade anula o gesto; é só narcisismo.
Diploma de faculdade virou o novo ensino médio e, pelo preço, é em grande parte um golpe.
Namoro à distância costuma ser só duas pessoas adiando o término com educação.
Quem torce o nariz para fast fashion nunca precisou se vestir bem com R$ 200 por mês.
A maioria das pessoas só viaja para tirar foto para o Instagram, não para conhecer a cultura.
Quem ouve música sem fone em lugar público merece ter o celular confiscado.
O body positive foi longe demais; agora estamos glorificando estilos de vida pouco saudáveis.
O “emprego dos sonhos” é uma mentira usada para explorar seu trabalho por menos dinheiro.
Destination wedding é egoísmo e cobra uma multa financeira dos amigos.
Carros deveriam ser proibidos nos centros das cidades, e os motoristas se acostumariam em um ano.
Ficar rolando notícia ruim sem parar não é se manter informado. É entretenimento com culpa extra.
Crianças deveriam ser proibidas em cervejarias, restaurantes chiques e na classe executiva dos voos.
Políticos com mais de 70 anos deveriam ser obrigados a se aposentar.
Cosplay, Cartola FC e degustação de vinho são o mesmo hobby. Só um deles vira piada.
Manter amizade com ex é sinal de alerta e costuma ser desrespeito com o seu par atual.
Se você não tem como comprar duas vezes, você não tem como comprar.
Elogio ao peso de alguém nunca é neutro, por mais bem-intencionado que seja.
Zoológicos são prisões e deveríamos parar de apoiá-los.
Todo jogo deveria ter modo fácil, e quem é purista da dificuldade que se conforme.
Quem fica no assento do meio fica com os dois apoios de braço. Quem discorda nunca sentou ali.
A linguagem de terapia (gaslighting, tóxico, limites) vem sendo usada como arma para fugir da responsabilidade.
Leite de aveia é água turva cara com uma equipe de marketing excelente.
Os 20 e poucos anos não são para se divertir; são para organizar a vida e não sofrer aos 40.
Criptomoedas e NFTs foram só esquemas de marketing multinível para tech bros.
Anel de noivado de diamante é golpe de marketing e não tem valor intrínseco.
Testes de personalidade como o MBTI são astrologia para quem tem emprego.
A cultura do vinho é só alcoolismo com rótulo chique.
Esports nunca serão esporte “de verdade” porque não exigem atletismo físico.
Muito síndico de condomínio é um tirano que se acha dono do prédio.
Usar filtro nas fotos de app de relacionamento deveria ser considerado propaganda enganosa.
Os baby boomers tiveram uma vida econômica mais fácil do que qualquer geração antes ou depois deles.
Azeite trufado tem gosto de gasolina e estraga tudo em que encosta.
Perguntar a alguém “Quando você vai ter filhos?” é invasivo e grosseiro.
Férias ilimitadas existem para a empresa nunca ter que pagar os dias que você não tirou.
Canudo de papel é ativismo de fachada inútil que não resolve nada.
Gravar vídeo em academia deveria ser proibido de vez.
A maioria das pessoas com uma parede de livros leu cerca de um terço deles. O resto é decoração.
Ser parente de alguém não dá a essa pessoa direito a nada. Você pode cortar laços com a família.
Todo motorista deveria refazer o exame de direção a cada dez anos, sem exceção.
Cobrar um amigo por Pix de menos de R$ 20 é coisa de mão de vaca.
O Dia dos Namorados é uma data comercial criada para fazer os solteiros se sentirem mal.
Tatuagem deixou de significar alguma coisa quando todo mundo passou a ter uma.
Tábua de frios é só lanche de criança cobrado a preço de adulto.
Casais dormem melhor em camas separadas, e admitir isso salvaria mais casamentos.
Lista de presentes é cafona; na prática, você está entregando uma fatura aos amigos.
Escolas particulares perpetuam a desigualdade de classe e deveriam ser abolidas.
Música ao vivo costuma ser pior que a gravação, e você pagou R$ 300 para ficar em pé.
A internet foi um erro e a humanidade era mais feliz antes dela.
A maioria das pessoas não é especial, é mediana, e isso é difícil de engolir.
Passar por todas as cartas leva cerca de 25–40 min, mas não precisa terminar de uma vez. O baralho roda no navegador, sem instalar nada, e o ponto em que você parou fica salvo neste aparelho, então dá para parar e continuar depois.